sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Artes plásticas do México
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As artes plásticas do México contam com a enorme riqueza herdada das antigas civilizações indígenas. Apesar da destruição sistemática do seu patrimônio artístico, monumentos e símbolos pré-colombianos efetuados nos tempos da colônia, os sítios arqueológicos pesquisados e por pesquisar são muitos e de grande interesse.
A atividade
arquitetônica, sobretudo de edifícios religiosos,foi intensa a partir da conquista do território pelos espanhóis. A arte colonial é fruto não só do traslado das formas plásticas européias para outro continente, mas também de sua adaptação à mentalidade e às tradições profundas de suas terras de adoção.
O
barroco mexicano do século XVIII, muito bem caracterizado, levou ao extremo a decoração deslumbrante de fachadas e interiores. Escultura, pintura e ourivesaria foram postas a serviço dessa arte que tanto se arraigou em terras mexicanas
Museo de Arte Precolombino (Peru)
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This article is about the pre-Columbian art museum in Peru. For other similarly named museums and collections, see Museo de Arte Precolombino.

Façade of the Museo de Arte Precolombino, Cusco, Peru

Large Inca Aribalo Emperial Era 1300-1532 A.D.
The Museo de Arte Precolombino (also known by its acronym MAP; in
English: Pre-Columbian Art Museum) is an art museum in Cusco, Peru, dedicated to the display of archaeological artifacts and examples of pre-Columbian artworks drawn from all regions of pre-Columbian Peru. The museum is situated on Plaza Nazarenas in Cusco's San Blas district, and has on permanent display exhibitions of some 450 individual representative artifacts that are drawn from the wider collection of its parent museum, the Larco Museum in the Peruvian capital Lima.
Contents[
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1 History
2 Exhibitions
3 Other points of interest
4 References
5 Also see
6 External links
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[
edit] History
The building where the museum is now housed was originally an
Inca ceremonial courthouse. In 1580, it was acquired by the conquistador Alonso Díaz and subsequently built over in Colonial style to become the home of an elite member of Cusco society, the Viceroy Hernandez de Cabrera, for whom the mansion is named. It then passed through many hands and had multiple functions, ultimately falling into a ruinous state. After a large-scale restoration, the Museo de Arte Precolombino opened in June of 2003. [1]
Peruvian President Alejandro Toledo inaugurated the museum at the summit, saying "we are showing the world our cultural wealth. I am profoundly proud that [we can give to the summit] a little of the culture that belongs not only to Peru, but also to Latin America… [The region must] look to its past to construct together a new Latin America with more health, education, justice for the poor and culture."[2]
[edit] Exhibitions
The works of art displayed at the museum, encompass a period of time ranging between 1250 BC and AD 1532. There are a total of ten galleries: Formative, Nasca, Mochica, Huari, Chancay – Chimu, Inca, Wood, Jewelry and Stone, Silver, and Gold and Metals.
The Formative Gallery houses pieces from many diverse cultures. Among these are
Cupisnique, Salinar, Vicus, Viru and Paracas in its older phase or “cavernas”. During this period (1250 B. C - 1 A. D.) there is a remarkable advance in ceramic art. Painting and sculpture take in place; there are beautifully naturalistic and symbolic representations; many of them enriched by the use of incise decoration in which the Cupisnique artist get to a high development.
The Inca culture conquered all the territory of
pre-Columbian Peru where they restored with great political ability the Tahuantinsuyo empire. In the Inca Gallery magnificent ceramic objects are showcased like the emblematic aribalos or monumental vessels. These pieces have many decorative elements that transmit a subtle message of organization and symbolism. One of these aribalos is of great size and is unique to the collection
O barroco, no Brasil, foi introduzido no início do século XVII pelos missionários católicos, especialmente jesuítas, que trouxeram o novo estilo como instrumento de doutrinação cristã. O poema épico Prosopopéia (1601), de Bento Teixeira, é um dos seus marcos iniciais. Atingiu o seu apogeu na literatura com o poeta Gregório de Matos e com o orador sacro Padre Antônio Vieira, e nas artes plásticas seus maiores expoentes foram Aleijadinho, na escultura, e Mestre Ataíde, na pintura. No campo da arquitetura esta escola floresceu notavelmente no Nordeste, mas com grandes exemplos também no centro do país, em Minas Gerais, Goiás e Rio de Janeiro. Na música, ao contrário das outras artes, sobrevivem poucos mas belos documentos do barroco tardio. Com o desenvolvimento do neoclassicismo a partir das primeiras décadas do século XIX a tradição barroca, que teve uO barroco, no Brasil, foi introduzido no início do século XVII pelos missionários católicos, especialmente jesuítas, que trouxeram o novo estilo como instrumento de doutrinação cristã. O poema épico Prosopopéia (1601), de Bento Teixeira, é um dos seus marcos iniciais. Atingiu o seu apogeu na literatura com o poeta Gregório de Matos e com o orador sacro Padre Antônio Vieira, e nas artes plásticas seus maiores expoentes foram Aleijadinho, na escultura, e Mestre Ataíde, na pintura. No campo da arquitetura esta escola floresceu notavelmente no Nordeste, mas com grandes exemplos também no centro do país, em Minas Gerais, Goiás e Rio de Janeiro. Na música, ao contrário das outras artes, sobrevivem poucos mas belos documentos do barroco tardio. Com o desenvolvimento do neoclassicismo a partir das primeiras décadas do século XIX a tradição barroca, que teve uma trajetória de enorme vigor no Brasil e foi considerada o estilo nacional por excelência, caiu progressivamente em desuso, mas traços dela seriam encontrados em diversas modalidades de arte até os primeiros anos do século XX.ma trajetória de enorme vigor no Brasil e foi considerada o estilo nacional por excelência, caiu progressivamente em desuso, mas traços dela seriam encontrados em diversas modalidades de arte até os primeiros anos do século XX.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Chichén Itzá

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Patrimônio Mundial da UNESCO
Cidade pré-hispânica de Chichén Itzá
Chichen-Itza-Castillo-Seen-From-East.JPG
Chichén Itzá, pirâmide de Kukulcán
Informações
Inscrição: 1988
Localização: 20º 40' 00" N 88º 36' 00" O
Critérios: C (i)(ii)(iii)
Descrição UNESCO: fr en

Chichén Itzá é uma cidade arqueológica maia localizada no estado mexicano de Iucatã. Chichén Itzá, a mais famosa Cidade Templo Maia, funcionou como centro político e económico da civilização maia. As várias estruturas – a pirâmide de Kukulkán, o Templo de Chac Mool, a Praça das Mil Colunas, e o Campo de Jogos dos Prisioneiros – podem ainda hoje ser admiradas e são demonstrativas de um extraordinário compromisso para com a composição e espaço arquitetónico. A pirâmide foi o último e, sem qualquer dúvida, o mais grandioso de todos os templos da civilização maia. O nome Chichén-Itzá tem raiz maia e significa "na beirada do poço do povo Itza". Estima-se que Chichén-Itzá foi fundada por volta dos anos 435 e 455. Foi declarada Património Mundial da Unesco em 1988.

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A catedral era, seguindo uma visão hierárquica das igrejas, meramente uma moradia para bispos e sua assembléia religiosa. Porém, com o clima de grande disputa no início do período gótico, essas catedrais assumiram grandes proporções se tornando verdadeiros monumentos.

A construção de uma catedral gótica formigava com dúzias de trabalhadores dispostos em times de trabalho e que recebiam por aquilo que faziam.

Cada construção era supervisionada por um mestre construtor e por volta de 30 artesãos especialistas. Esses especialistas e alguns de seus mais habilidosos trabalhadores moviam-se de função em função aplicando lições aprendidas e passadas de um a um.

O mestre construtor atuava como um projetista, um artista e ainda como um artesão. Com o auxílio de réguas, compassos, esquadros e outras poucas ferramentas geométricas, ele fazia as plantas da catedral.

A planta básica da catedral gótica pouco diferia das encontradas em catedrais de períodos anteriores. Sob a forma de uma cruz, a catedral se dividia basicamente em: nave, transeptos, e coro. Na parte inferior da cruz se situava a nave central circundada por naves laterais; na faixa horizontal existiam os transeptos e o cruzeiro, e na base da nave tinha-se a fachada principal; existiam ainda torres, porém de localização variada.

Legenda:

1. Capela Radial
2. Deambulatório
3. Altar
4. Coro
5. Corredores laterais do coro
6. Cruzeiro
7. Transepto
8. Contraforte
9. Nave
10. Nave lateral
11. Fachada, portal.

Planta da Catedral de Beauvais
Site: Amiens Cathedral

A fundação das catedrais tinha por volta de 9 metros de profundidade e era formada por camadas de pedras (blocos de calcário) assentadas com argamassa cuidadosamente dosada de areia, cal e água sobre a terra argilosa no fundo da escavação.

Fundação .
Fundação da Catedral
Macaulay, David. Construção de uma Catedral. Martins Fontes, São Paulo, 1988.

Construção dos arcobotantes e abóbadas .
Construção dos arcobotantes
Macaulay, David. Construção de uma Catedral. Martins Fontes, São Paulo, 1988.


Devido ao custo, os andaimes eram mínimos, assim os trabalhadores confiavam sua alma a Deus e andavam sobre flexíveis plataformas. Um perigoso momento para os trabalhadores ocorria quando as paredes atingiam suas alturas finais e os troncos de madeira para o telhado deviam ser elevados a essas alturas.

O telhado era colocado antes da construção das abóbadas. Auto-portantes, os telhados serviam de plataforma para a subida do maquinário empregado na construção das abóbadas de pedra.

Construção do telhado .
Construção dos arcobotantes e telhado
Macaulay, David. Construção de uma Catedral. Martins Fontes, São Paulo, 1988.

Construção das abóbadas .
Construção da abóbada
Macaulay, David. Construção de uma Catedral. Martins Fontes, São Paulo, 1988.


Assim, com o telhado pronto, podia-se iniciar a construção das abóbadas.

Uma a uma, as pedras talhadas das nervuras eram colocadas sobre os cimbres de madeira e firmadas pelos pedreiros.

Entre os cimbres eram instaladas tábuas de madeira, as quais funcionavam como base para o assentamento das pedras durante a secagem da argamassa.

Após a secagem da argamassa, aplicava-se sobre as pedras uma camada de dez centímetros de concreto (buscando evitar fissuras entre as pedras).

Estando o concreto seco, as tábuas eram retiradas, seguidas pelos cimbres, finalizando-se a abóbada (vide sistema estrutural).

Também no "canteiro" da catedral estavam presentes os artesãos especialistas em fazer e juntar pedaços de coloridos e brilhantes vidros para completar os buracos deixados entre as pedras e formar enormes e belos vitrais. Várias cores eram obtidas unindo óxidos de metais e vidro fundido. O vidro era soprado e trabalhado em forma de cilindro e, após resfriado, cortado, com a ajuda de um instrumento a base de ferro quente, em pequenos pedaços, geralmente menores que a própria palma da mão.

Exemplos de vitrais .
Exemplos de vitrais
Koch, Wilfried. Dicionário dos Estilos Arquitetônicos. Martins Fontes, São Paulo, 1994.

Desta forma, a permanência intacta da maioria das catedrais góticas, sua beleza e grandiosidade atestam o desenvolvido conhecimento de princípios estruturais detidos pelos mestres construtores e, além disso, mostram uma capacidade maior dos mesmos: o ilusionismo, pois até os dias de hoje parecem construções realizadas em outro mundo.

Templo grego

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Partenon, Atenas, Grécia

O templo grego é uma das tipologias arquitectónicas de maior relevo na Grécia Antiga. Tem origem no mégaron, um espaço existente nos anteriores palácios micénicos, exercendo uma forte influência na posterior arquitectura da Roma Antiga e no seu respectivo templo romano.

Índice

  • 1 Áreas do templo
  • 2 Tipos de templos
    • 2.1 Segundo número de colunas na fachada
    • 2.2 Segundo número de filas de colunas
    • 2.3 Segundo a distribuição de colunas
    • 2.4 Segundo espacejamento entre colunas/intercolúnio
    • 2.5 Segundo ordens arquitectónicas
  • 3 Ver também
  • 4 Fontes
    • 4.1 Bibliografia

Áreas do templo

  • Pronaos: esta é a antecâmara que antecede o naos e que se tranformará, mais tarde, no nártex.
  • Naos: neste espaço, delimitado por 4 paredes sem janelas, é colocada a estátua da divindade e pode ser, por vezes, organizado em 3 alas divididas por colunas. Em templos de grandes dimensões o naos pode funcionar como um pátio interior, sem cobertura.
  • Aditon ou Abaton: espaço só acessível a sacerdotes para o culto ou colocação de oferendas. Esta área pode funcionar de diferentes maneiras; como uma sub-divisão do naos, aberta para ele; como uma câmara isolada no centro do naos; ou como um nicho na parede posterior do naos.
  • Opistódomo: Câmara oposta ao pronaos onde se encontra o tesouro e que também pode funcionar, por vezes, como aditon.

Tipos de templos

Segundo número de colunas na fachada

  • Tetrástilo: 4 colunas na fachada
  • Pentastilo: 5 colunas na fachada
  • Hexástilo: 6 colunas na fachada
  • Octastilo ou octostilo: 8 colunas na fachada
  • Decástilo: 10 colunas na fachada
  • Dodecástilo:12 colunas na fachada

Segundo número de filas de colunas

  • Monóptero: 1 fila de colunas. Também designa os templos de planta circular rodeados por 1 fila de colunas e remate a cúpula. Um monóptero com naos designa-se tholos.
  • Díptero: 2 filas de colunas
  • Pseudodíptero: similar ao díptero, mas em que as 2 filas de colunas não envolvem todo o templo (p. ex. a fila de colunas interior está embebida nas paredes do naos)

Segundo a distribuição de colunas

  • Períptero: o templo é completamente rodeado de colunas.
  • Pseudoperíptero: quando uma fila ou mais de colunas está embebida nas paredes do naos.
  • Prostilo: o templo só tem colunas na fachada.
  • Anfiprostilo: o templo apresenta colunas nas fachadas principal e posterior.

Segundo espacejamento entre colunas/intercolúnio

  • Picnóstilo:Espaço reduzido entre colunas de 3 módulos.
  • Sistilo: Espaço entre colunas de 6 módulos.
  • Diástilo: Espaço entre colunas de 6 módulos ou a medida de um diâmetro da coluna multiplicado por 3.

Aqui um módulo é o raio da base do fuste da coluna.

Segundo ordens arquitectónicas

Ver artigos principais: Ordem arquitectónica e Coluna.
  • Ordem dórica
  • Ordem jónica
  • Ordem coríntia

Ver também


  • Arte da Grécia Antiga
  • Arquitectura da Grécia Antiga
  • Templo romano

Fontes

Bibliografia

  • CALADO, Margarida, PAIS DA SILVA, Jorge Henrique, Dicionário de Termos da Arte e Arquitectura, Editorial Presença, Lisboa, 2005, ISBN 20130007
  • KOEPF, Hans; BINDING, Günther (Überarbeitung), Bildwörterbuch der Architektur, Alfred Kröner Verlag, Stuttgart, 1999, ISBN 3-520-19403-1
  • MÜLLER, Werner, VOGEL, Gunther, dtv-Atlas Baukunst; Band 1 - Allgemeiner Teil. Baugeschichte von Mesopotamien bis Byzanz, Deutscher Taschenbuch Verlag, München, 2002, ISBN 3-423-03020-8


Templo grego
Áreas: Períbolo | Pronaos | Naos | Aditon | Opistódomo | Peristilo
Ordens Dórica | Coríntia | Jónica
Elementos: Propileus | Estereóbata | Estilóbata | Coluna | Fuste | Entasis | Canelura | Atlante | Cariátide | Capitel | Equino | Ábaco | Entablamento | Arquitrave | Friso | Métopa | Tríglifo | Mútula | Cornija | Frontão | Tímpano | Acrotério | Antefixo
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AS chamadas pirâmides do Egito, denominadas como pirâmides de Gizé, localizam-se no planalto de Gizé, na margem esquerda do rio Nilo, próximo à cidade do Cairo, no Egito. São as únicas remanescentes das Sete maravilhas do mundo antigo.


Constituem-se em estruturas monumentais construídas em pedra e, como o nome também indica, apresentam uma base retangular e quatro faces triangulares (por vezes trapezoidais, nas pirâmides egípcias mais antigas, denominadas como mastabas) que convergem para um vértice. No total foram identificadas cerca de 80 pirâmides em todo o país, embora a sua maior parte esteja reduzida a montículos de terra.

Acredita-se que as pirâmides do Egito Antigo foram edifícios funerários, embora alguns especialistas acreditem que, além de servirem como mausoléus, eram também templos religiosos.

As pirâmides no planalto de Gizé foram erguidas pelo faraós Quéops, Quéfren e Miquerinos há cerca de 2700 a.C., desde o início do Antigo Reinado até perto do Período Ptolomaico. A época em que atingiram o seu apogeu iniciou-se com a III Dinastia e terminou na VI Dinastia (2686 - 2345 a.C.). Primitivamente não se constituiam em estruturas isoladas, mas sim integradas num complexo arquitectônico de vastas dimensões.